Inspeção por amostragem
Conferir uma peça a cada cem funciona até o lote com defeito passar inteiro. O custo aparece na devolução, não na linha.
Serviços de IA · Visão computacional
A imagem já está sendo capturada. O que falta é a camada que transforma o quadro em evento: peça fora de spec, contagem divergente, EPI ausente, placa reconhecida. Com processamento na borda, sem subir vídeo para lugar nenhum.
Onde trava hoje
É processo que depende de alguém repetir a mesma tarefa para o sistema funcionar.
Conferir uma peça a cada cem funciona até o lote com defeito passar inteiro. O custo aparece na devolução, não na linha.
Conferência de carga e de pátio feita a olho, em prancheta. A divergência só aparece no inventário, meses depois.
O circuito grava tudo e ninguém assiste. A imagem vira prova em vez de alerta que evitaria o problema.
Atenção visual cai depois de duas horas na mesma inspeção. Não é falta de zelo, é limite fisiológico — e é exatamente onde a máquina é melhor.
O que entra
Cada linha é entregável — dá para conferir se está lá no fim do projeto.
Presença, posição, cor, rótulo, solda, trinca e acabamento verificados em tempo de produção, com registro por peça.
Volume, pessoa, veículo e produto contados por câmera, com direção de fluxo e horário — sem sensor novo em cada ponto.
Leitura de placa na portaria, código em caixa e mostrador de equipamento antigo que não tem saída digital.
EPI ausente, pessoa em zona restrita e comportamento de risco geram alerta no momento — não relatório na semana seguinte.
O modelo roda num dispositivo local. A rede não carrega vídeo, a resposta é imediata e a imagem não sai da planta.
Evento entra no MES, no ERP ou no supervisório, e alerta chega por WhatsApp, painel ou sirene — conforme o que o time realmente olha.
Como funciona
Sem entregável único de seis meses: cada etapa termina com algo que dá para ver funcionando.
Coletamos amostras no seu ambiente e testamos antes de propor projeto. Iluminação e ângulo decidem mais do que a escolha do modelo.
Câmera, lente, posição e luz especificadas para o caso. Ajustar o físico é o que faz a acurácia subir de 80% para acima de 95%.
Montamos o conjunto rotulado com o seu material e treinamos o modelo para o seu defeito, não para um benchmark genérico.
O sistema opera junto do processo humano até bater a taxa combinada. Só então assume a decisão.
Defeito novo e mudança de produto entram em ciclo de retreino programado, com as imagens que a própria operação já gerou.
Integrações
Sistema sem API entra por banco de dados ou automação de interface. Trocar o que já roda quase nunca é o que resolve.
FAQ
Às vezes. Câmera de segurança resolve contagem, presença e zona restrita. Inspeção de defeito fino quase sempre pede câmera dedicada e iluminação controlada — a prova de viabilidade responde isso antes de qualquer compra.
Não precisa. O padrão é rodar na borda: o vídeo fica na planta e só o evento trafega. Além de privacidade, é o que garante resposta em milissegundos numa linha em movimento.
Com modelo pré-treinado, algumas centenas por classe já dão resultado utilizável, e defeito raro é o caso difícil — quando ele quase não aparece, a saída costuma ser detectar o normal e sinalizar o desvio.
Produto novo entra como novo ciclo de coleta e retreino. Por isso o projeto já nasce com pipeline de retreino, não com um modelo congelado na entrega.
Quando há pessoa em cena, sim, e o tratamento é o que muda: processar sem armazenar, borrar rosto quando o caso não exige identificação, e registrar a finalidade. A gente entrega isso documentado junto com o sistema.
Outros serviços
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