O que entrou em produção
Um caso por edição, com o problema, a solução e o número que dá para sustentar em reunião. Sem nome de cliente quando não há autorização.
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O que aprendemos colocando agente e automação em produção em empresas brasileiras: o que funcionou, o que quebrou, quanto custou. Escrita para quem decide.
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Um caso por edição, com o problema, a solução e o número que dá para sustentar em reunião. Sem nome de cliente quando não há autorização.
Agente que alucinou, integração que caiu, custo de inferência que dobrou. O que a gente mudou e o que faríamos diferente.
Mudança de modelo que vale a troca, queda de preço que muda a conta, ferramenta nova que resolve algo de verdade. Uma por edição, no máximo.
Enquanto isso
Os últimos artigos dão a medida do que chega na caixa de entrada.
A diferença entre um chatbot e um agente não está no modelo — está no que acontece depois da resposta. Um guia direto sobre as peças de um agente, onde ele paga a conta e como não começar pelo lugar errado.
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Ler artigoRAG ou fine-tuning, quais ferramentas o modelo pode chamar, como avaliar antes de subir e o que monitorar depois. As escolhas que separam um protótipo de um sistema que aguenta produção.
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